The Sun Sessions é uma coletânea de canções gravadas por Elvis Presley no período da Sun Records, na verdade, sua filial, a "Memphis Recording Service" de Sam Phillips, onde Elvis começou sua carreira profissional em julho de 1954, já que em julho de 1953 e janeiro e junho de 1954 ele também gravou de forma amadora algumas músicas.
No dia 5 de julho de 1954, que é considerado como o "marco zero do rock" por várias pesquisas e especialistas, Elvis ensaiava algumas canções, até que, em um momento de descontração, de forma improvisada, começou a cantar "That's All Right, Mama", provocando em Sam Philips um grande entusiasmo. "Take" realizado, nova canção, no gênero, foi concebida; dessa vez, "Blue Moon of Kentucky", com nova grande aprovação. Ambas comporiam seu primeiro disco, um "compacto simples" (single). Participaram das sessões, além de Elvis e Sam, o guitarrista Scotty Moore e o baixista Bill Black.
Essa coletânea contém o seu primeiro sucesso nacional, "I Forgot To Remember To Forget", que foi primeiro lugar na parada country nacional da billboard em 1955. Apesar do talento e poder de improvisação mostrado por Elvis na época da Sun, ele ainda era um artista em formação, portanto, o seu talento só iria ser mostrado na sua totalidade ao mundo, anos mais tarde, principalmente a partir do final da década de 60. Por isso, segundo alguns, avaliar essa fase como sendo a melhor, é um erro vicioso de parte da crítica.
Just Because (2:34) http://www.youtube.com/watch?v=sMbmprtJSsg BONUS MY HAPPINESS (primeira gravação de Elvis Presley como presente de aniversário de sua mãe em 18/07/1953) http://www.youtube.com/watch?v=tC-LG7wfvmU
No curso de prevenção às drogas do qual faço tutoria, a primeira dinâmica que propus foi que cada professor descrevesse sua escola e como eles veem o consumo de drogas no ambiente escolar. Com isso descrevi como era a FE para eles e propus esta música que é autoexplicativa sobe como é o consumo de drogas na UnB. Confesso que até bem pouco tempo "não ligava o nome a pessoa", mas é só prestar atenção nas letras e andar pelos corredores da UnB para entender o que a letra quer dizer.
Para quem ler e não for de Brasília:
Darcy Ribeiro propôs que fossem plantadas na UnB mudas de àrvores e vegetaçõe diversas ao do cerrado por todo o campus da UnB. Entre elas estão os bambuzais que estão espalhadas por todo o campus universitário. Estes bambuzais (principalmente atrás do minhocão, direção a biblioteca da UnB) são conhecidas e famosas por ser ponto de encontro dos maconheiros, hippies e pessoas simpatizantes ao "movimento" (segundo a lenda, claro, rs).
Então entenda-se o que quizer quando ler sobre as névoas brancas que saem de trás do bambuzal. Será que ela faz bem, ou faz mal? O céu azul de nuvens doidas da capital do país não precisa citação, rs. Ah, os beija-flores que circulam pelo minhoção pousando pelas flores e jardins da UnB são um espetáculo a parte.
O verdadeiro céu azul de nuvens doidas da capital do meu país vista por trás do bambuzal
Beija-flor que trouxe meu amor Voou e foi embora Olha só como é lindo meu amor Estou feliz agora
Veja só a névoa branca que sai de trás do bambuzal Será que ela me faz bem ou será que me faz mal Eu vou surfar no céu azul de nuvens doidas Da capital do meu país Pra ver se esqueço da pobreza e violência Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amor Voou e foi embora Olha só como é lindo meu amor Estou feliz agora
E a menina que um dia por acaso veio me dizer Que não gostava de meninos tão largados Que tocam reggae e MPB Mas isso é coisa tão banal perto da beleza do Planalto Central E das pessoas que fazem do Cerrado O habitat quase ideal
Beija-flor que trouxe meu amor Voou e foi embora Olha só como é lindo meu amor Estou feliz agora
Agradeço por está aqui Manisfestar a emoção E coloca minhas idéias, sentimentos Em forma de canção
Agradeço por poder cantar E ver você ouvir E tentar entender essa mensagem Que eu quero transmitir
Beija-flor que trouxe meu amor Voou e foi embora Olha só como é lindo meu amor Estou feliz agora
Fim de ano vou embora de Brasília que é pra eu ver o mar Mas diz pra mãe lá pro final de fevereiro é que eu vou voltar Que é pra surfar no céu azul de nuvens doidas Da capital do meu país Pra ver se esqueço da pobreza e violência Que deixa o meu povo infeliz
Beija-flor que trouxe meu amor Voou e foi embora Olha só como é lindo meu amor Estou feliz agora
Quando fui a Belo Horizonte pela segunda vez, no 01° Encontro Afroatitude, a primeira coisa que eu queria era não ficar no alojamento, um quartel militar. Até toque de recolher tinha. Só se podia chegar até as 22 horas e sair após as 06 da manhã (além de acordar quando eles acordavem, ou seja quando raiava o dia). Então o que fazer na primeira noite por lá? Sair para qualquer lugar, qualquer um que fosse. Então o grupo de Brasília resolveu sair e chamou um baiano da UFBA para acompanhar. Como sempre acontece com grupos grandes (e principalmente do afroatitude), cada um queria seguir a um canto e moral da história: não se foi a lugar nenhum. E para piorar a história, o tempo ia passando em passos largos e com o agravante de ser noite de início de horário de verão, menos uma hora para aproveitar... Final desta historia cada um seguiu pra um canto e nada de coisa legal. Uns foram para um pagode mauricinho (que só de olhar dava repulsa), outros foram a uma boate GLS (hoje LGBTT, ou seja lá que sigla é no momento...), outros ficaram em barzinhos e eu, o baiano e mais três meninas voltamos ao alojamento para dormir...
O baiano ao centro de vermelho
Nisso ao chegar ao alojamento encontramos um pessoal da enfermagem do Rio de Janeiro saindo para ir a um show de quem elas tambem haviam ouvido falar. O interessante é que o baiano que estava conosco realmente havia nos alertado sobre isso, mas ninguem o deu ouvidos. Então, eu, o baiano, as cariocas e quem ainda havia restado do Afroatitude Brasília (Mara e Natalie) fomos a este show, o que no minímo seria melhor que estar "preso no quartel" aquela madrugada.
As cariocas da enfermagem da UERJ
Nos apertamos os 09 em 02 táxis e chegamos lá em um horário aproximado de 02 da manhã (já acrescentado o horário adiantado do horário de verão) e ao chegarmos lá descobrimos que haveria a gravação de um DVD e que os ingressos estavam esgotados. Fazer o que agora? Nada como o charme feminino, rs. As garotas do Rio com seu charme conseguiram com que o segurança lhes dessem 03 dos ingressos esgotados para entrar. Mas eram 03 ingressos para 09 pessoas. A solução delas foi dizer que não poderiam entrar e deixar as amigas de fora, os meninos que se virem (os meninos eram eu, o baiano e um carioca). Na realidade, ela havia passado os três ingressos para os meninos e tentaram persuadir o segurança a passar todas as garotas, para só depois ao tentar barrar os garotos, eles passariam os ingressos entregue por elas e entrariam todos. Dito e feito e assim todos entraram e aproveitaram aquela noite melhor que ir a um um pagode mauricinho, a uma boate GLS (hoje LGBTT, ou seja lá que sigla é no momento...), ou em um barzinho fim de festa.
Para saber como foi, está disponibizado aqui imagens daquela noite de 03 de novembro de 2006 no Lapa Multishow de BH. Eu não chego a aparecer em imagens... Mas o baiano (que estava a menos de 01 metro de distancia de mim apareceu, rs). Ficamos até as 04;30 da manhã e ainda tinha que apresentar trabalho as 10 horas e ir ao mineirão as 16 horas ver o Vasco jogar contra o Cruzeiro. Ah, depois daquela noite o toque de recolher foi aliviado, poderíamos sair desde que mostrássemos credenciais e não pertubasse o sono dos soldados que ali dormiam. E assim foi mais uma aventura mineira...
Como criança que vai viajar Acordei cedo e vi você sonhar Uma ciranda doce pelo ar E a natureza foi se balançar A fantasia me faz delirar Que foi que eu disse? Eu cantei sem pensar É uma doidice que essa dança dá É uma doidice que essa dança dá
De que país vem esse carnaval Se o oriente nasce em meu quintal E um sol mais quente brilha muito mais E um corpo quente que alegria traz Ô Papa Kid cadê meu ganzá? Do Congo-Belga que eu mandei buscar Essa guitarra grita muito mais Essa guitarra grita muito mais
Um elefante brinca muito mais Se uma menina vai correndo atrás Que foi que eu fiz? Foi te fazer feliz Que foi que eu fiz? Foi te fazer chorar Será dificil alguem pronunciar A melodia que essa letra dá Na fala dela, linda é Aliá Na fala dela, linda é Aliá
Se a natureza não me abandonar No meu reinado você reinará Tarzan dormindo no canavial Tantor fazendo amor no bambual Como a Colúmbia fosse viajar Numa ciranda doce pelo ar Acordei cedo e vi você sonhar Como criança que vai viajar
Pessoal da exposição tão longe, tão perto, agosto de 2009
Em um aparelho, ainda em madeira, Graham Bell, um dos inventores do telefone, conversou com D. Pedro II. Papo rápido, e que só foi possível porque os dois estavam bem perto, a poucos metros de distância. Foi na Filadélfia, durante a exposição que comemorou 100 anos da Independência dos Estados Unidos.
Na época, o aparelho era bem diferente dos atuais: tinha uma parte para falar e a outra para ouvir. Em 1892, Ericsson teve a feliz ideia de juntar o receptor e o transmissor. Mas só no século XX os telefones ganharam design mais modernos. No começo, eram todos pretos. Depois passaram a ser confeccionados coloridos: o máximo da modernidade nos anos 60.
“É um pouquinho assustador, até para a gente que já está usando o celular, ver uns modelos tão assim diferentes”, diz a alfabetizadora Eliane de Almeida.
Quem não tinha telefone em casa ligava do orelhão. Os primeiros telefones públicos ficavam trancados em caixas de ferro e só existiam em hospitais, delegacias e em pontos de táxi. Algumas cidades no Brasil contavam com o luxo de ter nas ruas cabines de madeira. Fazer um interurbano era impossível sem ajuda de uma telefonista.
“Ela marcava o tempo através de um aparelho. Era preciso colocar um papel para registrar o tempo da ligação. Quando começa a ligação, a telefonista apertava o botão do start, e assim ia registrando o tempo. Depois, ela apertava finish para terminar a ligação. E esse papel era enviado até a casa de quem fez a ligação com o valor da conta”, o monitor Frederico Ramos.
Enquanto hoje, pela internet, por meio do Twitter, que grandes decisões de políticos e personalidades são anunciadas, antes era pelo telefone que os avisos mais importantes dados. Por um aparelho um tanto quanto peculiar, que Israel Pinheiro, o engenheiro que construiu Brasília, conversava com Juscelino Kubitschek. O aparelho ficou conhecido como JK e foi o primeiro da capital federal. Na época da inauguração existiam pouquíssimas linhas em Brasília. A lista telefônica da cidade era bem fina. Apenas 500 moradores tinham o privilégio de ter um aparelho em casa.
Marlene Martins era uma dessas. Ela ligava de um telefone JK, que funciona até hoje. “Eu não troco o meu JK por um mais moderno. Pela casa sim, mas no meu quarto tem que ser ele. Traz boas recordações, principalmente do Juscelino Kubitschek”, conta.
Na exposição dá para ver ainda o primeiro fax, os videofones da década de 70, o primeiro telefone sem fio e o primeiro celular, que vinha com uma bolsinha, onde ficava a bateria. Uma viagem no tempo que encanta os visitantes.
“Um tempo muito curto, porque a tecnologia avança rápido. Então, a gente tem a sensação de estar em um passado distante, só que não é tão distante”, destaca um rapaz.
“Essas curiosidades vão ampliando a experiência das crianças que estão hoje em dia acostumadas com tanta tecnologia. Elas aprendem que nem sempre foi assim, expandindo o conhecimento e a educação, das crianças e dos adultos. Existem muitos adultos que nunca viram esses telefones tão antigo. É muito interessante”, explica a monitora Amanda Ourofino.
A exposição vai até o dia 4 de outubro no Museu Nacional da República. A entrada é de graça.
No Banco: Lô Borges, Fernando Brandt, Juscelino Kubitschek, Milton Nascimento, Atrás: Márcio Borges, Duca Hildebrando Pontes e Juninho Sales (um encontro em clube de esquina de diamantina) - 1972
BONUS Beco do Mota(versão Brasília)
SHOW TRIBUTO A JK -BRASÍLIA, 26 DE SETEMBRO DE 2009. EU ESTAVA LÁ!!!
Não sei se muitos aqui se lembram, mas hoje fazem 05 anos que muitos daqui pisaram pela primeira vez na Faculdade de Educação. Em outras palavras se não fosse aquela segunda feira nem este blog estaria aberto, rs.
Ontem fui comemorar a data no show de uma das pessoas que contriubuiram para este trajeto (desde o dia em que não fui ao enepe de BH, como na primeira vez que eu fui lá meses depois) e a quem já dediquei inúmeros posts, Milton Nascimento.
Fiquei feliz (imensamente feliz) de ver pessoas que contriubuiram para isso ontem. Como a Karen que foi me visitar no museu (visitar a exposição foi só desculpa, rs), a Cacá e a Gabi (minhas eternas veteranas), assim como a minha eterna companheira Afro Cintia e a Ingrid (que mesmo a encontrando raras vezes, sempre e sinal de boa sorte ve-la, obrigado pelo convite ao teatro aquele dia) e minha grande amiga Cintia. Até a Grazi (do 04° semestre) foi lá me visitar, rs.
Aqui está o registro de um show feito em sua cidade natal duas semanas atrás com o mesmo set list apresentado na esplanada dos ministérios. E um vídeo feito no show dele contando de seu contato com JK.
Obs: Do show realizado no museu da república faltaram Beco do Mota e Peixe Vivo (em homenagem a JK), Uma em homenagem a Leila Diniz, Canção da América e Nos bailes da Vida (ao final do show) e Maria, Maria no Bis.
Em meados dos anos 80, não sabia que a Legião Urbana, como eu, era de Brasília. Para mim a Legião era a banda de umas músicas legais que escutava de vez em quando na rua e que as pessoas gostavam bastante, que tinha um vocalista barbudo que dançava esquisito e que seus shows eram sinônimos de confusão.
Esta era a situação em 1988. Ainda estudava no pré escolar na Escola Classe 22 de Taguatinga (demolida para hoje existir o CEF 14). Certa vez no intervalo escolar, em vez de tocar músicas infantis (que geralmente tocam em intervalos de crianças com média de 06 anos), o filho de uma professora levou um disco e a música que tocou durava quase todo o intervalo, percebia-se que as pessoas gostavam da música e mesmo sendo longa demais a música era cantadado início ao fim. Foi assim que ouvi pela primeira vez FAROESTE CABOCLO da Legião Urbana. Esta música dias depois já era de conhecimento de todos e a minha maior lembrança do período era ver o pessoal da 04° série cantando ela de ponta a ponta no trajeto dos passeios escolares (era às vezes o tempo do trajeto, rs).
Só vim a escutar esta música na íntegra durante uma greve escolar de 1995 na rádio Transamérica e mesmo assim, com todos os "trechos polêmicos" censurados (havi um piii a cada @#$% da música) e na versão do disco música para acampamento de 1992.
Em fevereiro de 1990, fui com meus pais comprar livros didáticos em uma manhã de sábado. Até hoje lembro do nome do livro: Brincando com as palavras 02 (o livro que me alfabetizou). Enquanto estávamos na livraria e papelaria Ritz comprando os livros, uma música começou a tocar na rádio 105 FM. Ela era lenta, mas não era romântica (era até trágica), tinha pegada de guitarra mas não era rock pesado, algo muito diferente de algo que se esperava escutar. Era o primeiro dia de divulgação de PAIS E FILHOS e ali começava o ano mais popular da banda de rock mais popular do país, como também, o início para valer da minha trajetória como estudante.
Na semana que completei 15 anos, em outubro de 1996, estava no banho me arrumando a ir a aula (estava na 08° série), quando ouço do banheiro a tenebrosa música do plantão da globo e nele o anúncio da morte de Renato Russo, dias depois do lançamento de seu disco a Tempestade. O que se seguiu após a isso foi algo comparável ao início daquele ano com a morte dos Mamonas Assassinas. Do ônibus, se escutava músicas da Legião, nas rádios era um especial da banda a cada momento, em grupos de amigos todos se uniam para cantar as músicas e os cds se esgotavam mosntruosamente. E assim começou minha adolescência, como também, se encerrou minha fase de ensino fundamental (antigo 01° grau).
Á medida em que os dias se passavam o fanatismo pela legião aumentava e comecei a fazer minha coleção em vinil da banda. Meu primeiro vinil foi o DOIS que comprei no dia em que fiz a minha inscrição para a primeria fase do PAS em abril de 1997. E em 1999, faltando dois meses para me formar no ensino médio foi anunciado o lançamento do acústico da banda. Todos só conheciam algumas músicas lançadas no Música para Acampamento de 1992 e aguardavam ansiosamento e o resultado foi acima da expectativa, já que era sem edições. Foi meu presente de amigo oculto no último dia de aula do ensino médio.
Em julho deste ano, estávamos no alojamento da SBPC em Manaus nos conhecendo e estava tendo um lual. Nisso me empolguei e lhes disse que sabia tocar um método próprio de tocar o EMBROMATION criado por mim se baseando nas notas citadas por Renato Russo no cd acústico. As pessoas ficaram curiosas em saber que estilo é este e ao pedir para mim tocar eu só lhes pedi uma coisa em troca: Que no fundo, no fundo, acreditasse que aquilo que estava acabando de ser tocado era HÁ TEMPOS. Comecei a tocar, pela primeira vez toquei sem errar uma nota, e todos cantaram em transe como se Renato estivesse ali entre nós. Ao final, todos me aplaudiram dizendo que eu estava escondendo o ouro e levo aquelas imagens na memória eternamente.
Na primeira grande oportunidade como educador, em abril de 2008, tive a oportundiade de montar uma atividade em um Espaço Cultural. Eram três exposições simultâneas, uma de fotos sobre Brasília, uma instalação sobre Graciliano Ramos e Vidas Secas e um sobre cultura jovem russa. Montei então uma dinâmica final com uma turma que se baseava em contar a história do Brasil através de capas de discos de vinil e que terminava com o a capa do disco QUE PAÍS É ESTE, que fazia uma relação com a exposição e a música FAROESTE CABOCLO e assim fazer uma relação com Brasília, com Fabiano de Vidas secas e os jovens de Brasília. O retorno foi maior que a expectativa que esperava, ao ponto de me deixar emocionado
Agora faltando alguns meses antes de me formar na UnB, assisto uma volta de show único da Legião Urbana na esplanada na cidade de onde ele saiu, prometeu não voltar (e não voltou) e que o público o recebeu de braços abertos. Tudo na vida é um ciclo, contando minha trajetória tendo por base a Legião notei isso. Quando minhas lágrimas cairam durante o show era isso que vinha a mente no momento. Momento de me desprender do passado e estar livre para algo novo, mas sempre utlizando o passado como base para seguir.
Quando Gabriella Nascimento completou 18 anos, ela ganhou de presente de aniversário uma máquina fotográfica. Seu sonho de consumo de então. Eu fui a primeira pessoa a quem Gabriella mostrou sua máquina na Faculdade de Educação e juntos tiramos uma foto que guardo até hoje de recordação.
Rogério e Gabriella. A primeira foto tirada com sua máquina fotográfica. De fundo o CET (Centro de Excelência e Turismo)
Meses depois, já como membro do Centro Acadêmico, ela se tornou, naquele período (incoscientemente), a fotógrafa oficial da FE. Ela registrou em sua máquina momentos importantes para a faculdade como a posse da primeira grande chapa do CA (De encontro a práxis) 2005/2006, o ENEPE 2005 - Belo Horizonte, O FONEPE Brasília 2005, o primeiro grande churrasco da Pedagogia no primeiro semestre de 2005 e demais eventos do período. Sem se esquecer do principal, registrar como foram os primeiros momentos do pessoal que entrou no diurno do 02° semestre de 2004.
Ela foi incubida (pelo Centro Acadêmico) a tirar fotos para uma atividade da recepção de calouros, "A corrida das fotos". Nas fotos registradas por ela estão pessoas, lugares, momentos de cotidiano e de convívio do pessoal que frequentou a Faculdade de Educação durante aquele período. Estas fotos que Gabi tirou naquela época são (e serão) de grande valor histórico. Pois acima de tudo é o registro de um momento.
No final de um ano (maio de 2005/junho de 2006), Gabi fez uma compilação das fotos tiradas neste espaço de tempo e gravou em um cd que ela me presenteou. Serão estas as fotos que ilustrarão grande parte dos textos aqui postados.
Aproveitem!!!
A Faculdade do Ipê Amarelo (também conhecida como FE/UnB)
Fotos : Gabriella Nascimento
A FACULDADE DO IPÊ AMARELO
Original : Gilberto Gil Versão : Rogério Furtado Magalhães
Em Brasília situado Darcy Ribeiro idealizado Athos Bulcão em seus azulejos. (PAPARAPA-PA-PA)
A Faculdade do ipê amarelo (2x)
Tem Papirus, Dois Candangos Árvores para todo lado E um boto psicodélico?
Na Faculdade do ipê amarelo (2x)
Educação por todo canto Um Bom papo no Hildebrando “Por do Sol”, ninguém é de ferro!!!
Na Faculdade do ipê amarelo (2x)
Chacrinha, Dimitri, Aureliano Conde, Boi, Tatu, Conrado, Marquinho, Willys e o Rogério...
(Só) Na Faculdade do ipê amarelo (2x)
John Lennon na UnB
Praça de confraternização da Faculdade de Educação (entre as faculdades 01,03 e 05). Alguem notou a ausência das Faculdades 02 e 04???
Entrada da FE 01. Pisos de mármore, azulejos de Athos Bulcão.Cercado por natureza!!!
Entrada alternativa (pelo estacionamento) da FE 01
Sala Papirusna FE 01
Árvores nos fundos da FE 01, vista para o CET.
Entrada da FE 03
Escaninhos da FE 03. Sala dos professores.
Antigo Centro Acadêmico, no subsolo da FE 03. Calouros do 02°/2005.
Entrada da FE 05 (sentido L4 norte, que então não existia )
Espaço cultural Dois Candangos (que compreende a Livraria Hildebrando, o Café e o cine Dois Candango). Ótimo lugar de confraternização!!!
O laboratório de informática da FE 05. Os mesmo computadores desde que ingressei na FE em 2004!!!
Centro Acadêmico Pedagogia do Oprimido de Pedagogia no dia de sua inauguração na FE 05 em 09/02/2006
Me vejo triste com a aposentadoria de Pedrinho, principalmente pelo motivo que o levou a se aposentar. Ele é simbolo do inicio da nossa maior fase de vitorias, a maior em relação a titulos que nosso time posssui (qualidade o expresso pode ate ter tido, mas e titulos a geração de97/2000, foi mais vitoriosa).
Para quem nasceu em meados dos anos 90, é só preciso dizer que ele e Felipe foram o \’Robinho e Diego dos anos 90\", Que por falta de dinheiro e opção Antonio Lopes subiu os dois para o time profissional e no carioca de 97 ele era o parceiro de Edmundo nas finais de campeonato.
Para quem não se lembra era nosso reserva de luxo de 97 e quando entrava era como se tivessemos um time inteiro no segundo tempo. E outra coisa que poucos se lembram é que para Antonio Lopes, Juninho era reserva de Pedrinho (que então estava em melhor fase) e se lerem os jornais de epoca verao que Juninho nãoe ra satisfeito com a reserva e ele saiu da reserva para fazer o gol monumental. Mais uma mostra do quanto ele jogava bola em 98.
E para quem viu, o que foi a dupla com Felipe? Sinceramente, o Brasil ficou encantado com a dupla Robinho e Diego, mas o que dizer do que eles fizeram entre o carioca de 97 e a libertadores de 98? A esquerda mais infernal do periodo (ate hoje fico imaginando se Pedrinho e Edmundo no auge tivesse em campo contra o Real Madrid).
Os dois juntos foram convocados para mostrar pela seleção o que faziam pelo Vasco e que encatava a todos que viam. E a primeira oportunidade era em um jogo em Sao Januario contra o Cruzeiro. Logo no inicio fazendo uma jogada que lhe era caracteristica, um zagueiro fazendo o que lhe e caracteristico lhe ferra com o joelho acabando com o maior sonho que um jogador almeja. Ir a seleção brasileira.
O ruim e que o que se seguiu foram seguidas lesoes sempre que ele estava perto de voltar e muito mais que lesoes fisicas, lhe acarretaram lesoes psicologicas e lhe chegou junto a depressao, isso com certeza deve ter piorado a situação (em outras palavras, aconteceu com o Pedrinho, o inverso do que aconteceu com Ronaldo).
E o que dizer da volta triunfal dele em 2000? Da humilhante vitória nossa em cima do Flamengo na final da Guanabara fechando com chave de outro com aqueles balõezinhos? Ou o jogo contra o River Plate parte II (4×1 no monumental)? Que isso fique na memoria dos torcedores de um jogador que enquanto pode nunca tirouo pe da jogada, que lutou com garra e que em campo era tao vascaino quanto os que torciam na arquibancada.
Numa entrevista, Felipe disse que só não voltou ao Vasco este ano devido ao descaso que a diretoria com relação ao Pedrinho. Para muitos, o que ira ficar sera a ultima temporada dele ano passado, boicotado pelo tecnico e pelo presidente e sua imagem vendo tempo passar esperando o inevitavel… Ali, naquelas lágrimas, não estava o profissional, mas estava o torcedor, o homem, o vascaíno. Esta será a imagem que levarei do jogador que em 1997 ajudou a construir nossa mais vitoriosa geração de titulos!
As vezes penso que Edmundo estava aposentado aos 32 anos e foi removido da ideia por causa da cobrança do filho e ele voltou ao Fiqueirense depois. Sera que nao poderia ter alguem que removesse Pedrinho da ideia? Sabe mesmo sabendo da gravidade de suas contusões, se ele tivesse ficado desde janeiro e com calma (que o diga nossos repousados de clinica medica), Pedrinho ja estaria em condição de jogo e fazendo dupla com Carlos Alberto, e seria o cara que tanto Alex Teixeira tentou ser este ano no ataque e meio campo. E alguem para dar um pouco de aprendizado a Coutinho... Tantas possibilidade que o Dinamite queimou ao não aceitá-lo...
Neste campeonato série B o Vasco pode se dizer que ganhou dois jogos escalando mais da metade do time reserva (já que o goleiro era reserva, a zaga é reserva, Léo lima era considerado reserva e sem carlos alberto, e sem rodrigo pimpão), por isso o rendimento ruim de ontem, além de uma má escalação de Dorival Júnior.
Enrico este ano só jogou convincente em uma partida este ano contra o Volta redonda onde fez dois gols saindo da reserva, depois disso sumiu. Não entendi porque nãoe scalar como reserva imediata Alex Teixeira que não é atacante como Dorival quer, mas Meia-atacante e daria masi ritmo de jogo que enrico, ainda mais depois que ele se mostrou ineficiente no jogo de ontem. Isto fez Léo Lima se sobrecarregar e não corresponder ainda mais levando uma dura do juiz com um minuto de jogo que o intimidou.
A escalação de Magno é sem comentário (ainda mais sem ritmo e sem entrosamento com o restante do grupo), e Elton se mostra oportunista, mas não arranja as oportunidades (em outras palavras não se posiciona para receber). Acredito que deveria se dar uma chance a Allan Kardec porque ele nunca foi titular em jogo oficial com o Dorival Junior. Como ele é atacante de referencia e o forte de Paulo Sérgio sao os cruzamentos, porque não tentar isso?
A zaga do Vasco é reserva, e comoTite e Fernando (sem previsão de volta) não retornam, deveríamos pensá-los como titular e deveria ser trabalhado eles para isso. Vílson está me surpreendendo (como Amaral no começo da temporada), a dupla de cabeça de area mostra entrosamento e ontem antes do apagão (e do aparente cansaço), ganhou todos os lances do Ceará, mas houve o apagagão após os 30 minutos e depois disso e quase pos tudo a perder.
Quanto aos destaques da equipe no jogo de ontem Ramon e Fernando Pras foram gigantes ontem.
Confesso aindar ter o pé atrás com Fernando Pras, porque tem alguns lances bobos que a bola saltita na área mas isto se deve muito ao ritmo de jogo que ele está pegando. Mas sobretudo no segundo tempo, houveram lances, que tenho certeza Thiago não defenderia ou pelo menos teria dificulade na defesa (isso se não espalmasse para a frente do gol). Acredito que se manter a regularidade se manterá como goleiro titular do Vasco, porque foi assim que Thiago ganhou a posição em Janeiro.
Quanto a Ramon, ele no atual momento, É O MELHOR LATERAL ESQUERDO DO BRASIL. Se fosse comparar ele com alguém fora do futebol falaria que se bem trabalhado no futuro, terá uma função tática no futebol igual ao ricardinho na seleção de volei. Ele é o cara que dá ritmo e velocidade a equipe do vasco, desde o carioca. O percebi no jogo contra o fluminense quando ele tomou apra si a saida de bola num jogo em que o vasco estava em desvantagem e fez o vasco ainda ter perigo contr ao flu. Não via isso desde felipe. Porque a saida de bola dele e com a bola dominada e boa distribuição consciente de jogadas, não cruzamentos kamikases em busca de um cabeceador aventureiro.
Nesta série B, se o Vasco não jogou bem contra o brasiliense (e quem viu o jogo e prestou atenção no jogo) viu que o vasco não jogou bem porque o Ramon não jogou no primeiro tempo devido a forte marcação do brasiliense forçando jogadas na direita. Quando o vasco teve padrao de jogo no segundo tempoe as jogadas na esquerda voltaram o que aconteceu? Jogada de Léo Lima na esquerda e com velocidade Ramon toca para Pimpão que mesmo perdendo tempo de bola na dominação, chuta com força no gol da vitória cruzmaltina. Um instante de liberdade e distribuição de bola e ele precisou apra garantir nossa vitoria.
No jogo de ontem era visivel que o jogo erapara carlos alberto e Pimpao, juntando com jogadas nas laterais. Sem os dois em campo ficou o cargo de distribuição de jogadas para o sobreccarregado Léo Lima e o sumido (omisso) Enrico. Então a saida de bola de bola deveria ser pelas laterais, principalmente a esquerda. De lá Palo Sergio recebeu um lancçamento sozinho contra o goleiro que por não ter vocação de ataque jogou tudo para o alto (literalmente). Após isso Ceara ganhou campo e dominou o jogo.
Ao voltar para a segunda etapa oa estrela de ramon brilhou com aquele chute de “Gerson canhotinha de ouro” na copa de 70 e comemoração quase identica. Nosso lateral brilha e nos salva de novo. e quando levavamos pressão devido a má escalação de Dorival ao manter Elton no time titular e promover o confuso magno, demos o direito ao contra-ataque. E com isso numa subida pela esquerda, o nosso eficiente lateral esquerda vence a defesa e chuta por entre as pernas do goleiro. Mas para ficar mais dramatico, a bola bate na perna do goleiro e volta livre sem goleiro para leo lima confirmar a vitoria.
Até agora com duas rodadas Ramon e o destaque da equipe, e como tinhamos em nossa ultima grande equipe um Ramon, talvez isso seja sinal de sorte.
Ramons merece seleção, mas como estamos disputando uma quartas de final de copa do brasil e libertadores (praticamente classificado para as semi), e coerente nao convocar ninguem do inter, vasco, corintians e afins (nisso eu cito Nilmar, Marcos, Ronaldo e o proprio Ramons) mas que ele merece seleção e em breve sera convicado ele sera. O ruim e que quando isto acontecer sera o adeus dele ao vasco uma vez que o inter pedira sua reintegração imediata ao sul…
Goleiro: Thiago (Vasco): Ele foi o goleiro menos vazado do campeonato. Não teve momentos instáveis de Fernando Henrique e nem frangos ou deixou o time na mão como Renan (contra o Volta Redonda) e Bruno (contra o Tigres). Os gols eram mais resultados de falhas da zaga de falhas pessoais.
Lateral Direito: Léo Moura (Flamengo): Não queria votar nele, porque ele jogou mais da metade do campeonato no meio, mas como Paulo Sérgio não era tão e teve em sua atuação um dos motivos da desclassificação do Vasco no campeonato, o voto é de Léo "tremendo vacilão" Moura.
Dupla de Zaga: Juninho (Botafogo) e Ronaldo Angelim (Flamengo): Juninho deu credibilidade ao sistema defensivo que Ney Franco fez pro Botafogo e Ronaldo Angelim a anos organniza a zaga do Flamengo, mesmo sem ser um grande nome pela imprensa. Fábio Luciano não entrou por sua instabilidade o mesmo digo de Fernando que empataria com Juninho. Em outras palavras Ronaldo Angelim foi o Zagueiro do campeonato (e olha que ele ficou boa parte dele machucado)
Lateral Esquerdo: Ramon (Vasco): Juan gastou a bola, ofensivamente foi um grande ala, mas Ramon taticamente foi melhor e por isso merece a vaga na esquerda.
Cabeça de Área: Leandro Guerreiro (Botafogo): Pela regularidade, boa disposição e único remanescente da ótima equipe que não ganhou títulos pelo botafogo, o willians foi esforçado, mas quando mais se precisou dele, ele entregou a guanabara sendo expulso e foi expulso no jogo contra o Vasco. Guerreiro so deu prejuizo ao errar o penalti na final.
Volante: Nilton (Vasco): O Nilton foi o responsável em dar regularidade ao meio de campo do Vasco e ainda pro um tempo foi artilheiro da equipe, dando segurança defensiva e armando bem a equipe. Kleberson fez um final bom de campeonato, mas nao um bom campeonato, entao nao faria por merecer uma vaga. Nilton deu segurança ao setor e foi regular o campeonato inteiro, principalmente em um periodo em que Kleberson nao jogou (nem a equipe do Vasco).
Armador: Maicossuel (Botafogo): O melhor jogador do campeonato, começu salvando o BOtafogo com um gol aos 50 minutos do segundo tempo. Motor do time, se transformou no coração do time defensivo armando as principais jogadas de ataque do time. Ibson seria uma boa opção, mas não tiraria o Maicossuel por nada.
Meia Atacante: Carlos Alberto (Vasco): Motor do time vascaíno, dava tranquilidade e boa opção de ataque a equipe. Thiago Neves não correspondeu as expectativas por isso não entra e o flamengo não tinha jogador fixo a esta posição.
Atacante: Rodrigo Pimpão (Vasco): No início chamou mias atenção pelo nome fora do comum (e que é sobrenome de família, não apelido), foi desencantando aos poucos e ganhando a torcida, mostrando um bom armador de jogadas, memso embora se esperasse finalizações dele, o que foi melhor organizado no segundo turno do campeonato. Jogador de boa vontade e pretativo que presa pela velocidade pelas pontas.
Centro Avante: Vitor Simões (Botafogo): NO início se esperava muito de Reinaldo, mas nas primeiras rodadas ele foi ganhando terreno e mostrando que gols era com ele. Foi vice artilheiro do campeonato desperdiçando um penalti que poderia ter dado o título ao Fogão. Se você for ver que o Flu só msotrou ataque com Fred (mas ele so entrou no fim e nao mudou resultados para o Flu, o ataque do Fla foi inoperante (Obina nem gols fez e dependeu de tres gols desviados para ganhar o campeonato), o Elton seria uma opção, porque fez gols em todos os clássicos e deu unidade ao ataque do Vasco, mas Vitor Simões foi regular o campeonato inteiro e mereceu o título.
Revelação: Ramon (Vasco): Você acreditaria em um lateral esquerdo que nunca se ouviu falar e que ele desse certo em uma equipe que ninguem queria estar no início do ano? Pois foi a resposta a esta pergunta que Ramon deu ao se mostrar como a melhor opção de ataque e saída de bola do Vasco. Além de ser um jogador tático e que não se esconde do jogo, deixando momentos dificeis justamente em momentos em que não está bem em campo. Outras revelações, foi Erick Flores do Flamengo, que entrou para suprir a posição do Leo MOura, quando este esteve cumprindo suspensão e fez melhor que se esperava o serviço. Renan que mesmo com falhas mostra que se derem confiança pode ser um bom goleiro. Kiesa entre os jogadores de times menores foi a grata surpresa. Se bem aproveitado em boas equipes pode ter futuro.