
Na foto estão: (em pé) Gadi, Elisa Maia, Renata Romero, Jackeline Feliciano, Alice Gollo, Gabriella Nascimento, Profº Alexandra Militão, Corina Klautau, Aline Silvério e Ísis Marques.(Sentados) Paulinha, Polyanna, Rogério Furtado, Daniela Alencastro, Luis Fernando, Fernando Alves, e Juliana Olivério.
Faculdade de Educação 13/12/2006
A casa
Uma cosntrução (desconstrução) coletiva
Por: Rogério Furtado Magalhães, Gabriella Nascimento, Luis Fernando, Carlos Lima, SérgioLopes e Mariana Soares
Essa casa é a casa da palavra, não perceberam?
A casa (a palavra) é do jeito que quisermos. Do jeito que imaginamos...Imagina então, uma casa fantasia...
Minha casa está fugindo, correndo de mim, assustada.
Casa???Casamento. Casualidade. Cassiopéia.
A casa anda conforme o som da minha voz.
Quando cai, a voz, a foz, a casa grande; quando cai, sempre cai a casa da palavra, sem alicerce, é uma vontade estranha de esconder, agrupar, centralizar e ocultar.
Casa convida, casa recebe. Casa se abre em infinitas janelas emolduradas de madeira, com flores nos vasos.
A porta da casa é a serventia do meu amor.
A minha casa é só minha faço dela o que eu quiser. Se quiser fazer parte dela é só ser minha mulher.
Disse Cabral: Que a mulher é como uma casa, ele fala da varanda e da cozinha; e o Cabral aqui não é português, mas o Cabral nordestino, o de Melo Neto.
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